14 março 2010

Isto, agora, pia fino!

O último congresso do PSD que , como saberão, decorreu este fim de semana, em Mafra, fica marcado por uma alteração estatutária polémica: os militantes que apoiem, sejam mandatários ou protagonistas de candidaturas adversárias ou contrárias às apoiadas pelo partido serão, simplesmente, expulsos.
Foi você que pediu uma lei da rolha fresquinha?

7 comentários:

Eduardo Miguel Pereira disse...

A "Manelinha" não disse que gostava de ter 6 meses de ditadura para poder trabalhar à vontade ?
Como não o conseguiu em relação ao país, consegui-o agora, assim à laia de "grand finale" no seu partido ... cada vez mais partido, diga-se !

Zé Povinho disse...

A cortiça tem de ser reaproveitada, e como não conseguimos exportar a produção toda, alguma fica reservada para o PSD.
Abraço do Zé

Ferreira-Pinto disse...

O que eu acho ainda mais curioso e ninguém parece ter reparado é que o PSD profundo pratica em casa aquilo que depois critica violentamente nos outros ... vejam a Comissão de Ética.

De qualquer modo, também compreendo que se defenda que quem milita num partido esteja obrigado ao cumprimento dum mínimo de deveres!

Carol disse...

Partido e de que maneira, EDUARDO!

Se calhar, já é uma estratégia de resposta à crise, ZÉ POVINHO...

Pois é, FERREIRA, eu também acho que deve haver um cumprimento mínimo, mas isto, para mim, já é esticar a corda.

Tite disse...

Assim se vê quem tem métodos anti-democráticos. Aliás, se não fosse assim não teríamos o chamado processo Face Oculta. Só mesmo os PSD's para terem semelhantes práticas e dizerem que é o Sócrates.
Ainda bem que eles cada vez mais dão tiros nos próprios pés.
Pelo menos agora ninguém pode ter dúvidas de quem é quem nestes processos.

Celina disse...

AHAHAH não posso estar mais de acordo, Tite! Eu deixei de acreditar nestas tretas: se querem saber, eu até gosto do Sócrates. O homem é positivo, tem olho virado para o futuro. Quero lá saber que não tenha o curso (se é que não o tem)! Eu acredito mais na "escola da vida" e ele não é, definitivamente, menos que os licenciados. Quanto à alteração estatuária tenho uma questão: a ideia é que votemos em pessoas ou em cores políticas? Obviamente os meus ideais podem aproximar-se mais deste ou daquele partido, mas na prática dificilmente os ideais de um partido, que são praticamente os mesmos desde os primórdios, satisfarão aquilo que eu acho bom para o país naquele momento. Não é lógico? Pronto isto não é tão óbvio assim mas fogo não podemos ser homopartidários e um dia querer experimentar uma coisa diferente?

Ferreira-Pinto disse...

Carago, Celina, isso é que é falar!