18 março 2010

Hoje sinto-me... ansiosa!

É agora! É já este sábado! Chegou a hora de mostrarmos a todo o mundo o nosso verdadeiro tamanho! Se ainda não estão inscritos, não há problema: ainda há tempo! E mesmo que não se inscrevam, podem participar na mesma! Basta aparecerem num qualquer dos vários pontos de encontro disponíveis no site limparportugal.org. E não arranjem desculpas! Se andamos aqui a dar na casaca de toda a gente, também é para, no momento da verdade, meter mãos à obra. VAMOS TODOS LIMPAR PORTUGAL! :D

11 comentários:

Eduardo Miguel Pereira disse...

Ah Celina ! que alegria que me estás a dar. É isso mesmo, vamos todos juntos dar uma lição de civismo e incentivar a que outros nos sigam.
Aqui em casa vamos todos, e ainda há pouco estivémos a ultimar detalhes. Amanhã ainda vamos comprar umas luvas e mais um balde para ajudar ao "carrego".
Muito bem lembrado Celina.

PQ disse...

Contem comigo mas... se os papás continuarem a educar os meninos como os papás deles os educaram, só vamos limpar o espaço onde continuará a aparecer lixo.

Celina disse...

Nem esperava outra coisa dos meus ilustríssimos colegas :D Há que criticar, mas também há que mexer!
Quanto à questão colocada pelo PQ... infelizmente ainda se vê muito retardado a educar futuros retardados que, durante esta dinâmica, fazem o mundo dar 3 voltas ao contrário, mas para isso estão cá os movimentos, os blogues, os grupos e todos os que se quiserem juntar para ensinarmos a cada vez mais gente as regras de civismo por que uma sociedade se deve reger. Claro que é o nosso microssistema aquele que mais influência tem, mas existem casos de sucesso e o importante é ter esperança. Há que mostrar aos poluidores que não gostamos do que eles fazem. E que somos muitos. Nós somos como a Máfia... e a Máfia mete medo... xD

Manuela Araújo disse...

Celina
Eu nem tenho tempo para visitar os blogues amigos por causa do Limpar Portugal, não haveria eu de estar lá?
Claro que sim! Homens e Mulheres de boa vontade, mãos à obra!
Bom trabalho e um beijinho!

Ferreira-Pinto disse...

Eu amanhã vou antecipar o dia de plantar Portugal e hoje vou limpar uma parte de Portugal ... a minha garagem!

Celina disse...

Já o José Gonçalves dizia que havia quem já nem para a própria empresa tivesse tempo... mas Portugal fica-vos eternamente grato! :D Só é pena esta chuva nojenta... também nós antecipamos o Plantar Portugal e enfim... chuva. Quanto à limpeza da garagem... bem, isso foi a desculpa que demos para a minha irmã achar que também participa: vai limpar o quarto xD Vá lá... se todos ajudarmos não custa nada.

Ferreira-Pinto disse...

Celina olha que a minha garagem está mesmo a feder de lixo! Mas pode ser que amanhã acorde bem disposto e esqueça o quão roubado sou em impostos e taxas, e já arrumar uns trambolhos que descobri num certo local lá na freguesia ...

Celina disse...

Ó Ferreira Pinto, isto não tem nada a ver com o Estado! É uma lição de civismo a quem continua a aproveitar o espaço público ou alheio para despejar os seus resíduos. Isto de criticar e depois ficar em casa... ;D

Pensador disse...

É uma iniciativa louvável e que seria bom que sirva de exemplo para todo o planeta. Se cada um fizer a sua parte, se cada um ensinar seus filhos, como bem lembrou o PQ, podemos transformar nosso planetinha em um lugar melhor e mais habitável.
E concordo com a Celina, esta é uma atitude que transcende Estado e Governo.

Celina disse...

Na Estónia foi um sucesso e eu sempre acreditei que Portugal conseguisse um sucesso semelhante :D Acho que aqui falhou a colaboração das entidades privadas, pela menos aqui em Barcelos parece-me que empresas a ajudar foram poucas. Mas enfim o que importa é que demos uma lição de civismo a essa "gente" sem consciência. O Estado é secundário.

Pensador disse...

Além do Estado, se tem algo que infelizmente ainda não podemos contar muito são as entidades privadas. Infelizmente ainda são muito poucas no mundo que realmente agem em função do meio-ambiente (e uma ação deste tipo é, sim, uma ação pelo meio-ambiente). A maioria prefere apenas fingir uma preocupação inexistente, talvez esperando que as pessoas esqueçam este "modismo".